
Vermelho corneta é cor que ninguém olha. Quando olha fecha os olhos. O medo à cavalgadas chega ao horror! Cor que ninguém entende, só atravessa o centro ordenado do seu pequeno universo e o transforma em caos.
Vermelho corneta encarado causa pânico. Eu tenho uma cortina de tons corneta, balança sutil com o vento. Me engole! A imagem que suscitei a pouco parece leveza, mas essa cor nunca é leve. Pesa como as categorias do entendimento. Kant pintava os lábios com vermelho corneta.
Quem nunca despertou a uma hora da madrugada em desespero? De olhos fechados o vermelho se desenha. Minha mãe era virgem, e me ensinou que vermelho libido elevado ao quadrado se torna corneta. Porém, naquela manhã, com os dedos limpei folhas amargas do inverno, abri a boca contente e rocei a língua na maça vermelha. Que elevada por dois entoou um tango ceifado pela existência do tempo.
Vermelho corneta encarado causa pânico. Eu tenho uma cortina de tons corneta, balança sutil com o vento. Me engole! A imagem que suscitei a pouco parece leveza, mas essa cor nunca é leve. Pesa como as categorias do entendimento. Kant pintava os lábios com vermelho corneta.
Quem nunca despertou a uma hora da madrugada em desespero? De olhos fechados o vermelho se desenha. Minha mãe era virgem, e me ensinou que vermelho libido elevado ao quadrado se torna corneta. Porém, naquela manhã, com os dedos limpei folhas amargas do inverno, abri a boca contente e rocei a língua na maça vermelha. Que elevada por dois entoou um tango ceifado pela existência do tempo.